Qual segurança??? e Qual privacidade??? O Mundo e a Vida são por definição inseguros e penso que é um erro terrivel colocar a segurança á frente de valores como a liberdade e, como disse uma vez um ex-presidente dos EUA, terá sido Abraham Lincoln ??? "Quem prefere a segurança á liberdade, não merece nem uma nem outra". No que respeita á privacidade á bastante tempo que todas as comunicações são espiolhadas pelos serviços da NSA, pelo menos é o mais divulgado e, até ao momento a nossa safa tem sido o facto de a quantidade de informação ser no minimo gigantesca donde ser impossivel a analise total em tempo util de tudo. Na minha humilde opinião, a LIBERDADE e a PRIVACIDADE de cada um são factores a serem preservados e defendidos a todo o custo
"LUTAR CONTRA O CRIME VIRTUAL É UMA BATALHA QUE SE TRAVA 24 HORAS POR DIA, SETE DIAS POR SEMANA - UMA BATALHA MUNDIAL E QUE ESTÁ MUITO LONGE DE TERMINAR" !
Dave DeWalt, Presidente e CEO da McAfee, Inc.
As novas tecnologias da informação e comunicação permitem, hoje, uma nova forma de guerra, com armas ainda mais assustadoras que as armas nucleares ou o terrorismo:
- a ciberguerra, uma nova geração de armas on line que permitem, por exemplo, sabotar e encerrar centrais eléctricas, redes de telecomunicações, sistemas de aviação ou congelar mercados financeiros de outro país.
Nos EUA, desde a presidência de G.W. Bush, com algumas experiências efectuadas no Iraque e no Irão, debate-se sobre a possibilidade de desenvolver esse tipo de armas on line, com efeito defensivo, na tentativa de construir melhores defesas contra esses ataques e criar uma nova geração de armas online.
Uma série de ciberataques, não declarados, com recurso a vírus, a redes informáticas de Defesas ocidentais tem gerado um cenário bem real de “guerra irrestrita”.
Depois dos problemas no Afeganistão e em Inglaterra, é agora a Defesa francesa que está há semanas paralisada pelo vírus Conflicker que imobilizou vários sistemas de armas, incluindo a aviação.
Só nos Estados Unidos, os últimos números sobre ciberataques à rede informática da administração norte-americana, divulgados pela US Computer Emergency Readiness Team - US-CERT, revelam uma subida mais de 40% em 2008.
No total, foram detectados 5.488 incidentes de acesso não autorizado a redes ou de instalação de programas maliciosos em 2008, contra apenas 3.928 ataques do género em 2007 e 2.172 em 2006.
"Os sistema governamentais são constantemente atacados", afirmou ao jornal USA Today, o patrão da contra-espionagem do gabinete do director de intelligence norte-americano. “Constatamos uma subida contínua e considerável da actividade cibercriminal e da espionagem", acrescentou.
Em França, o aumento do número de atentados aos “interesses fundamentais da nação” - desde a violação de segredos militares à espionagem económica -, em 2008, também foi superior a 40% . O último relatório do ministério do Interior francês refere uma passagem de 461 (em 2007) para 654 casos sinalizados e encaminhados para a justiça.
Os números nos Estados Unidos e em França sinalizam uma realidade preocupante, mais ainda quando, de um ponto de vista geral, estados e organismos internacionais aparentam ter ainda dificuldade em definir e lidar com a ciberguerra. Isto mesmo ficou sublinhado nos ciberataques à Estónia e à Geórgia, há pouco tempo analisados pelo jornal "The Economist".
As inovações mais exóticas que estão a ser consideradas permitiriam a um programador do Pentágono entrar sub-repticiamente num servidor russo ou chinês, por exemplo, e destruir um botnet - um programa potencialmente destrutivo usado para infectar computadores de uma vasta rede, que pode ser controlada clandestinamente - antes de este software nocivo poder ser libertado nos Estados Unidos. Os serviços secretos poderiam também activar um código malicioso que é secretamente incorporado em chips de computador durante o seu fabrico, permitindo aos Estados Unidos controlar os computadores dos inimigos por controlo remoto activado sobre a internet. Este, claro, é precisamente o tipo de ataque que os responsáveis receiam poder ser lançado contra alvos norte-americanos através de chips ou computadores fabricados na China.» (Via “i”.)
Ora, a questão que se coloca é a de saber até que ponto será legítimo o uso de um tipo de arma e de guerra assustadoramente desigual, tentacularmente dissimulada e que pode pôr em risco, de modo avassalador, bens e serviços essenciais e assim afectar a segurança e vida de milhões de pessoas, quando não minar, totalitariamente, a liberdade individual de um vasto número de cidadãos do mundo.
A guerra, como actividade humana, também têm regras eticamente determinadas! O problema de lutar contra o terrorismo, seja ele cibernético ou "real" é a dificuldade que qualquer Estado tem, em definir a linha ténue entre a proteção dos seus cidadãos e a invasão da privacidade/atentado à liberdade. Isto porque lutar contra o terrorismo não é a mesma coisa que lutar numa guerra convencional porque basta uma mão cheia de individuos com uma mão cheia de explosivos para causar o pânico generalizado.
Barack Obama sabe da importância da Internet. O presidente viveu seus benefícios e seus prejuízos. Obama sabe, como ele mesmo reconheceu na sexta-feira, que ganhou as últimas eleições presidenciais em parte graças à força da rede e ao seu alcance. E o presidente também sabe que a segurança cibernética é suscetível de violação, como aconteceu em sua campanha no outono passado, quando piratas da informática entraram no site do candidato democrata e roubaram informação pertencente ao banco de dados.
Para essa luta, Obama comunicou a criação de um alto cargo de ciber-segurança com escritório na Casa Branca (ao qual chamou de "ciberczar") contra ataques que protegerá tanto as redes oficiais como as privadas dos hackers que as assaltam.
"O ciberespaço é real", disse Obama em uma entrevista coletiva na Casa Branca, "como são reais os riscos que ela inclui", acrescentou. "Essa é a grande ironia da era da informação: as tecnologias que nos permitem construir e criar são as mesmas utilizadas por aqueles que destroem e perturbam a ordem", afirmou.
"É um paradoxo que vemos todos os dias", acrescentou Obama. Diante do anúncio de maior controle e da intenção de nomear um "expert" para vigiar o ciberespaço, Obama quis tranquilizar aqueles que podem ver o fantasma da ingerência governamental sobrevoar sua privacidade e declarou que o novo sistema federal de vigilância não reduzirá a liberdade na rede nem "ditará como as redes das empresas privadas devem projetar seus sistemas de defesa".
QUE ASSIM SEJA E QUE O MUNDO NAO SEJA POSTO EM PERIGO POR ESTE TIPO DE NOVOS CRIMINOSOS NA SUA CRESCENTE "CIBERESPIONAGEM" !'
A perca de privacidade nunca se justifica seja qual for o motivo. E quando entidades governamentais, de segurança, policiais publicas ou privadas dão inicio a recolha de informações, podemos ter a certeza de que mais cedo ou mais tarde, serão usadas. Pois se existe coisa que assusta os governos e as grandes potencias economicas (tipo multinacionais) é não terem informação que lhes permita exercer um controlo total e absoluto sobre cada pessoa, não vá a populaça começar a pensar por si e chegar á conclusão óbvia de que na realidade mais de 90% dos perigos e riscos em nome dos quais nos vão retirando direitos e garantias são criados pelos proprios agentes que dizem nos querer proteger dos perigos que, foram criados por eles
pauloporto dijo
Qual segurança??? e Qual privacidade??? O Mundo e a Vida são por definição inseguros e penso que é um erro terrivel colocar a segurança á frente de valores como a liberdade e, como disse uma vez um ex-presidente dos EUA, terá sido Abraham Lincoln ??? "Quem prefere a segurança á liberdade, não merece nem uma nem outra". No que respeita á privacidade á bastante tempo que todas as comunicações são espiolhadas pelos serviços da NSA, pelo menos é o mais divulgado e, até ao momento a nossa safa tem sido o facto de a quantidade de informação ser no minimo gigantesca donde ser impossivel a analise total em tempo util de tudo. Na minha humilde opinião, a LIBERDADE e a PRIVACIDADE de cada um são factores a serem preservados e defendidos a todo o custo
el 29 jun, 2009 - Para responder tienes que identificarte - Reportar
CINHA dijo
"LUTAR CONTRA O CRIME VIRTUAL É UMA BATALHA QUE SE TRAVA 24 HORAS POR DIA, SETE DIAS POR SEMANA - UMA BATALHA MUNDIAL E QUE ESTÁ MUITO LONGE DE TERMINAR" !
Dave DeWalt, Presidente e CEO da McAfee, Inc.
As novas tecnologias da informação e comunicação permitem, hoje, uma nova forma de guerra, com armas ainda mais assustadoras que as armas nucleares ou o terrorismo:
- a ciberguerra, uma nova geração de armas on line que permitem, por exemplo, sabotar e encerrar centrais eléctricas, redes de telecomunicações, sistemas de aviação ou congelar mercados financeiros de outro país.
Nos EUA, desde a presidência de G.W. Bush, com algumas experiências efectuadas no Iraque e no Irão, debate-se sobre a possibilidade de desenvolver esse tipo de armas on line, com efeito defensivo, na tentativa de construir melhores defesas contra esses ataques e criar uma nova geração de armas online.
el 25 jun, 2009 - Para responder tienes que identificarte - Reportar
CINHA dijo
Uma série de ciberataques, não declarados, com recurso a vírus, a redes informáticas de Defesas ocidentais tem gerado um cenário bem real de “guerra irrestrita”.
Depois dos problemas no Afeganistão e em Inglaterra, é agora a Defesa francesa que está há semanas paralisada pelo vírus Conflicker que imobilizou vários sistemas de armas, incluindo a aviação.
Só nos Estados Unidos, os últimos números sobre ciberataques à rede informática da administração norte-americana, divulgados pela US Computer Emergency Readiness Team - US-CERT, revelam uma subida mais de 40% em 2008.
No total, foram detectados 5.488 incidentes de acesso não autorizado a redes ou de instalação de programas maliciosos em 2008, contra apenas 3.928 ataques do género em 2007 e 2.172 em 2006.
"Os sistema governamentais são constantemente atacados", afirmou ao jornal USA Today, o patrão da contra-espionagem do gabinete do director de intelligence norte-americano. “Constatamos uma subida contínua e considerável da actividade cibercriminal e da espionagem", acrescentou.
Em França, o aumento do número de atentados aos “interesses fundamentais da nação” - desde a violação de segredos militares à espionagem económica -, em 2008, também foi superior a 40% . O último relatório do ministério do Interior francês refere uma passagem de 461 (em 2007) para 654 casos sinalizados e encaminhados para a justiça.
Os números nos Estados Unidos e em França sinalizam uma realidade preocupante, mais ainda quando, de um ponto de vista geral, estados e organismos internacionais aparentam ter ainda dificuldade em definir e lidar com a ciberguerra. Isto mesmo ficou sublinhado nos ciberataques à Estónia e à Geórgia, há pouco tempo analisados pelo jornal "The Economist".
As inovações mais exóticas que estão a ser consideradas permitiriam a um programador do Pentágono entrar sub-repticiamente num servidor russo ou chinês, por exemplo, e destruir um botnet - um programa potencialmente destrutivo usado para infectar computadores de uma vasta rede, que pode ser controlada clandestinamente - antes de este software nocivo poder ser libertado nos Estados Unidos. Os serviços secretos poderiam também activar um código malicioso que é secretamente incorporado em chips de computador durante o seu fabrico, permitindo aos Estados Unidos controlar os computadores dos inimigos por controlo remoto activado sobre a internet. Este, claro, é precisamente o tipo de ataque que os responsáveis receiam poder ser lançado contra alvos norte-americanos através de chips ou computadores fabricados na China.» (Via “i”.)
el 25 jun, 2009 - Para responder tienes que identificarte - Reportar
CINHA dijo
Ora, a questão que se coloca é a de saber até que ponto será legítimo o uso de um tipo de arma e de guerra assustadoramente desigual, tentacularmente dissimulada e que pode pôr em risco, de modo avassalador, bens e serviços essenciais e assim afectar a segurança e vida de milhões de pessoas, quando não minar, totalitariamente, a liberdade individual de um vasto número de cidadãos do mundo.
A guerra, como actividade humana, também têm regras eticamente determinadas! O problema de lutar contra o terrorismo, seja ele cibernético ou "real" é a dificuldade que qualquer Estado tem, em definir a linha ténue entre a proteção dos seus cidadãos e a invasão da privacidade/atentado à liberdade. Isto porque lutar contra o terrorismo não é a mesma coisa que lutar numa guerra convencional porque basta uma mão cheia de individuos com uma mão cheia de explosivos para causar o pânico generalizado.
Barack Obama sabe da importância da Internet. O presidente viveu seus benefícios e seus prejuízos. Obama sabe, como ele mesmo reconheceu na sexta-feira, que ganhou as últimas eleições presidenciais em parte graças à força da rede e ao seu alcance. E o presidente também sabe que a segurança cibernética é suscetível de violação, como aconteceu em sua campanha no outono passado, quando piratas da informática entraram no site do candidato democrata e roubaram informação pertencente ao banco de dados.
Para essa luta, Obama comunicou a criação de um alto cargo de ciber-segurança com escritório na Casa Branca (ao qual chamou de "ciberczar") contra ataques que protegerá tanto as redes oficiais como as privadas dos hackers que as assaltam.
"O ciberespaço é real", disse Obama em uma entrevista coletiva na Casa Branca, "como são reais os riscos que ela inclui", acrescentou. "Essa é a grande ironia da era da informação: as tecnologias que nos permitem construir e criar são as mesmas utilizadas por aqueles que destroem e perturbam a ordem", afirmou.
"É um paradoxo que vemos todos os dias", acrescentou Obama. Diante do anúncio de maior controle e da intenção de nomear um "expert" para vigiar o ciberespaço, Obama quis tranquilizar aqueles que podem ver o fantasma da ingerência governamental sobrevoar sua privacidade e declarou que o novo sistema federal de vigilância não reduzirá a liberdade na rede nem "ditará como as redes das empresas privadas devem projetar seus sistemas de defesa".
QUE ASSIM SEJA E QUE O MUNDO NAO SEJA POSTO EM PERIGO POR ESTE TIPO DE NOVOS CRIMINOSOS NA SUA CRESCENTE "CIBERESPIONAGEM" !'
el 25 jun, 2009 - Para responder tienes que identificarte - Reportar
gisete dijo
É um filme de terror do tipo O Ditador e 1984.
el 25 jun, 2009 - Para responder tienes que identificarte - Reportar
Rosangela...a"Malagueta" respondio
Gi,quando li este livro,pesei.....será q chegaremos em 1984!!!!!.....e já estamos em 2009 !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
gisete respondio
Eu também. achava que estava tão longe. E rápido chegou !!!
Caillenn... de volta! dijo
Esta dá pano para mangas... até que ponto se justifica a perca de privacidade em prol da segurança? E a informação recolhida, será usada?
el 25 jun, 2009 - Para responder tienes que identificarte - Reportar
pauloporto respondio
A perca de privacidade nunca se justifica seja qual for o motivo. E quando entidades governamentais, de segurança, policiais publicas ou privadas dão inicio a recolha de informações, podemos ter a certeza de que mais cedo ou mais tarde, serão usadas. Pois se existe coisa que assusta os governos e as grandes potencias economicas (tipo multinacionais) é não terem informação que lhes permita exercer um controlo total e absoluto sobre cada pessoa, não vá a populaça começar a pensar por si e chegar á conclusão óbvia de que na realidade mais de 90% dos perigos e riscos em nome dos quais nos vão retirando direitos e garantias são criados pelos proprios agentes que dizem nos querer proteger dos perigos que, foram criados por eles